"A Democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional".

Depois de 3 anos na Venezuela, bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL volta ao Brasil.

Jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier, no correio postal em Caracas na Venezuela, minutos antes de enviar de volta ao Brasil à bandeira 
abaixo-assinado do MERCOSUL. 

Depois de três anos em território venezuelano, a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada pelo documentalista brasileiro Dado Galvão para o jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier Arencibia, em 2015, retorna ao Brasil (18/6), por meio do correio postal, com assinaturas de vítimas da repressão, ex - presos políticos, familiares de ativistas que estão presos, defensores dos direitos humanos, deputados e líderes comunitários. 

Este trabalho de ativismo é realizado dentro das ações da Missão Ushuaia Venezuela, que busca reivindicar o respeito ao Protocolo de Ushuaia, assinado pelo país caribenho no marco de sua entrada no MERCOSUL, onde se comprometeu a respeitar os Direitos humanos e liberdades democráticas. 

Embora o Governo da Venezuela esteja suspenso do MERCOSUL, Missão Ushuaia acredita que a integração sul-americana também acontece naturalmente entre os povos e, portanto, devemos estar em solidariedade com os países onde existem experiências antidemocráticas para enfrentá-las.

No mês de maio de 2018, Galvão e o fotógrafo Arlen Cezar, estiveram na fronteira Brasil-Venezuela, testemunhando de perto a crise humanitária no estado de Roraima devido à migração massiva de venezuelanos, documentaram a triste situação em fotografia e audiovisual, prestando apoio aos refugiados venezuelanos que receberam a solidariedade de centenas de estudantes brasileiros do Colégio Público Modelo de Jequié, cidade do estado da Bahia, nordeste do Brasil que enviaram cartas de apoio, venezuelanos que estão em Roraima também escreveram cartas que serão entregues pela missão aos parlamentares do PARLASUL.

Javier não pôde comparecer devido a problemas de transporte, uma combinação de altos custos e pouca disponibilidade de passagens e insegurança nas estradas que ligam Caracas ao estado de Roraima. 

A bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL esteve na Assembleia Nacional da Venezuela, e vários conselhos municipais no interior do país, onde mitos cidadãos venezuelanos renovaram a esperança no espírito de solidariedade da Missão. Além disso, a bandeira acompanhou Javier em vários protestos pacíficos e durante a rebelião democrática do povo venezuelano no ano de 2017.

É uma ação importante de ativismo de solidariedade internacional que buscará o apoio do PARLASUL e outras instituições, tanto nacionais como de integração, a fim de fortalecer a luta pela democracia na Venezuela e no continente, motivando o resgate das liberdades. 

A Missão Ushuaia pretender levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL ao encontro dos refugiados venezuelanos que estão em Roraima. 

Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto que declara Missão Ushuaia de interesse cultural e humanitário.



Carlos Javier, Caracas/Venezuela, junho,2018 www.MissaoUshuaia.org

Cinema Documentário & Cartas: ferramentas de ação cultural e humanitária.

Varal com cartas no marco da fronteira Brasil-Venezuela, Pacaraima/Roraima. 
Foto: Arlen Cezar/Missão Ushuaia 

O documentarista baiano Dado Galvão e o fotógrafo paraibano Arlen Cezar iniciaram em Roraima de (21 a 28 de maio), ações de campo da Missão Ushuaia Venezuela. 

Um dos objetivos da missão independente é promover ações de cunho cultural e humanitário através do cinema documentário de apoio aos venezuelanos que estão nos abrigos e nas ruas de Boa Vista e de Pacaraima, municípios de Roraima com maior concentração de imigrantes e refugiados que fogem da crise econômica e política na Venezuela. 

Os membros da missão estiveram na Casa Brasil-Venezuela que tem o apoio da igreja Batista de Roraima. Foram entregues cartas escritas por estudantes do Colégio Público Modelo Estadual Luís Eduardo Magalhães do município de Jequié, no sudoeste do estado da Bahia. A venezuelana Carolina Arenas está há cinco meses em Boa Vista e disse que ao ler a carta com mensagens de amor e coragem, o dia ficou melhor. 

“Me senti mais forte diante do que estamos passando , longe de nossas famílias que estão na Venezuela há uma vazio em nós, se não fosse o governo Maduro, estaríamos em nosso país e em paz”, contou Carolina. 

Atividades da missão aconteceram também no abrigo da Fraternidade sem Fronteiras com apoio da Missão Acolhida do Exército do Brasil em Roraima. 

Venezuelanos receberam cartas escritas por estudantes baianos no abrigo da Fraternidade Sem Fronteiras em Boa Vista. Foto: Arlen Cezar/Missão Ushuaia. 

Na Praça do Garimpeiro foi exposto um varal contendo cartas para os venezuelanos, que ao receber uma carta eram incentivados a escrever outra carta para os parlamentares do PARLASUL (Parlamento do MERCOSUL), mais de trezentas cartas foram escritas pelos venezuelanos que estão em Roraima, e serão entregues pela missão aos parlamentares em data a ser definida. 

“Os venezuelanos pegam as cartas e após leitura, pedimos que escrevam o que eles tem enfrentado devido a crise migratória, pois queremos entregar todo esse material colhido para os parlamentares do PARLASUL, nós acreditamos que assim poderemos buscar mais alternativas para resolver essa grave crise do país vizinho”, ressaltou Dado Galvão. 

Cartas foram entregues e recolhidas também na ocupação venezuelana Abrigo Criança Feliz, prédio abandonado pelo Governo Estadual há quinze anos, onde hoje residem cento e oitenta refugiados. O nome dado ao espaço é devido ao grande número de crianças no local, são mais de cinquenta meninos e meninas. 

Na fronteira Brasil-Venezuela, entre os mastros das bandeiras que delimitam os territórios brasileiro e venezuelano, foi colocado um varal de cartas, onde foi realizada a primeira atividade e entrega de carta na cidade de Pacaraima, porta de entrada no Brasil da maioria dos venezuelanos em situações de migração e refugio. 

O próximo passo da missão será levantar recursos para levar as cartas escritas pelos venezuelanos ao PARLASUL, com sede no Uruguai, onde tramita um projeto de autoria do parlamentar argentino Humberto Benedetto, que reconhece Missão Ushuaia de interesse cultural e humanitário. 

Tudo está sendo documentado em audiovisual e fotografia para construção de um documentário. 

>>>>>>> VEJA FOTOS <<<<<<< 









www.MissaoUshuaia.org   junho/2018.

"O Brasil te abraçar".



"O Brasil te abraçar". É a frase que estampa o lindo cartão criado pela estudante (Thaianna Pinheiro) do Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães de Jequié (BA), o cartão e mais de duzentas cartas solidárias escritas pelos estudantes baianos serão levadas para Roraima, domingo (20) pelo documentarista Dado Galvão, que embarcará no aeroporto de Salvador (20h).  As cartas serão entregues para refugiados que estão em Roraima, como parte das ações humanitárias e culturais da Missão Ushuaia, Venezuela

Benedetto apresenta Proposta de Recomendação sobre iniciativa cultural "Missão Ushuaia, Venezuela"


Javier com a bandeira abaixo-assinada do MERCOSUL, nas ruas de Caracas.


Agência PARLASUL (17/05/2018). O Parlamentar Humberto Benedetto apresentou uma Proposta de Recomendação para declarar de interesse cultural e humanitário a iniciativa "Missão Ushuaia, Venezuela", realização artística do cineasta Dado Galvão (Brasil), fotógrafo Arlen Cezar (Brasil) e jornalista / escritor Carlos Javier Arencibia (Venezuela). 

O Parlamentar Humberto Benedetto manifestou que os realizadores foram motivados pela situação atual na Venezuela e inspirados no livro "Testemunhos da Repressão" do venezuelano Carlos Javier Arencibia. Logo, o escritor venezuelano juntamente com o cineasta Dado Galvão e o fotógrafo Arlen Cezar, começaram a trabalhar no projeto de ativismo humanitário e cinematográfico chamado "Missão Ushuaia, Venezuela". 

O projeto consiste em levar uma bandeira do MERCOSUL e cartas aos membros do Parlamento do MERCOSUL e outros Parlamentos do bloco solicitando um pronunciamento sobre a situação na Venezuela "e o retorno à Democracia". Os jovens declararam em diferentes meios de comunicação da região, que pretendem visitar órgãos legislativos, conscientizando sobre a situação atual com depoimentos e coletando assinaturas. 

Segundo o Parlamentar Benedetto, os responsáveis pelo Projeto pretendem entregar a bandeira e as cartas dos cidadãos venezuelanos durante uma Sessão Plenária do Parlamento do MERCOSUL. Cabe salientar que este processo fará parte de um documentário. 


Por maior informação sobre “Missão Ushuaia, Venezuela”, Assista ao vídeo aqui!


Estudantes baianos de Jequié enviam cartas para refugiados venezuelanos em Roraima.

Estudantes utilizaram envelopes coloridos, mensagens de motivação e 
muita criatividade na construção das cartas.

Os alunos do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães do município de Jequié, no sudoeste do estado da Bahia, participaram de atividades de solidariedade, integração e exercício da cidadania Mercosul, quinta-feira, 17, como parte das ações culturais e humanitárias da “Missão Ushuaia, Venezuela”, os estudantes escreveram cartas, gravaram entrevistas refletindo sobre o drama vivido pelos refugiados venezuelanos que estão em Roraima. 

Ações da missão no colégio foram supervisionadas pelas professoras, Ângela Eça, Claudineia Nascimento e Lina Mara Matos. Mais de 200 cartas foram escritas pelos estudantes. 

A entrega das cartas será feita de 21 a 28 de maio, pelo idealizador da missão, o documentarista baiano Dado Galvão, juntamente ao fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar e o jornalista venezuelano Carlos Javier.

Cartão criado pela estudante Thaianna Pinheiro. "O Brasil te abraça!"

No final de novembro de 2015, Galvão enviou por correio postal uma bandeira do Mercosul, para Javier, que colhe assinaturas e mensagens na bandeira por todo território da Venezuela, além de cartas que serão entregues aos parlamentares e autoridades dos países membros do Mercosul, em data ainda a ser definida. 

Em Roraima os imigrantes e refugiados venezuelanos também serão incentivados a escrever cartas e registrarem mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, que será levada para Roraima, pelo venezuelano Javier. Toda a ação fará parte de um documentário.

Estudante Renata Teixeira, coloriu o envelope e escreveu sobre a 
valorização do ser humano no contexto dos Direitos Humanos. 

Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto, que declara Missão Ushuaia, de interesse cultural e humanitário. Saiba mais sobre Missão Ushuaia no endereço eletrônico: www.MissaoUshuaia.org

Revista Brasil/Rede EBC de Rádio: Documentário, ativismo e cidadania MERCOSUL.


Compõe a Missão Ushuaia, Dado Galvão (foto), Arlen Cezar fotógrafo 
ativista e o escritor/jornalista venezuelano Carlos Javier.  


Idealizada como forma de diálogo com os venezuelanos, a Missão Ushuaia vai virar um documentário. Para falar dessa iniciativa, o Revista Brasil conversou com o documentarista baiano Dado Galvão. (ouça aqui)

maio de 2018

Integração e solidariedade na prática.

Colégio Modelo, documentarista Dado Galvão conversa com estudantes. 
Foto: Profª Claudineia Nascimento. 15/05/2018.

Estivemos no Colégio Público Modelo Luís Eduardo Magalhães de Jequié, Bahia, compartilhando sobre os objetivos da Missão Ushuaia, Venezuela e o MERCOSUL, parceria com as educadoras Ângela Eça e Claudineia Nascimento, dia 17/5, recolheremos cartas escritas pelos estudantes destinadas aos refugiados venezuelanos que estão em Roraima.


A caminho de Roraima.


Dado Galvão fala sobre a Missão Ushuaia, Venezuela na Rádio Tropical 94,1 FM de Boa Vista - Roraima. De 21 a 28 de maio/2018, Galvão estrá em Roraima com o fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar e o jornalista venezuelano Carlos Javier. Reportagem: Ellen Ferreira. 

 VEJA TAMBÉM

 

Reportagem especial Venezuela da rádio EBC (Rádioagência), com participações do documentarista Dado Galvão e do escritor venezuelano Carlos Javier, ambos da Missão Ushuaia, Venezuela. Reportagem: Kariane Costa. 




Atividade pré-viagem: "Alunos de escola de Jequié - Bahia escreverão cartas para refugiados venezuelanos".

Envelopes que serão utilizados para armazenar cartas escritas pelos estudantes baianos para os refugiados venezuelanos que estão em Roraima.


Alunos do Colégio Estadual Modelo Luis Eduardo Magalhães, localizado em Jequié, no sudoeste baiano, vão escrever cartas de apoio para os refugiados e migrantes venezuelanos que estão no estado de Roraima, no Norte do Brasil. A ação, que acontece no próximo dia 17, faz parte Missão Ushuaia, Venezuela. 

As cartas serão entregues pelo idealizador do projeto, o documentarista baiano, Dado Galvão, que conta com a parceria do fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar, e também do jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier. Eles estarão no Estado entre os dias 21 a 28 de maio. Os realizadores da missão levarão também a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, que será trazida ao Brasil por Javier, com cartas escritas por venezuelanos, autoridades locais e organizações não governamentais também serão visitadas pela missão, atividades serão registradas em fotos e vídeos que farão parte de um futuro documentário.

Os venezuelanos que estão em Roraima, também serão incentivados a escrever cartas e deixarem mensagens na bandeira abaixo-assinado,  as cartas serão entregues aos parlamentares do MERCOSUL, autoridades e ao futuro Presidente do Brasil, em data ainda a ser definida.

Missão Ushuaia em Roraima.

Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, nos arredores do Presídio Militar 
de Ramo Verde em Caracas - Venezuela. Foto: Carlos Javier/Missão Ushuaia.


Jequié, Bahia, Brasil, maio de 2018. 

Estarão em Roraima de 21 a 28 de maio, os realizadores da Missão Ushuaia, Venezuela. Projeto de documentário e ativismo humanitário idealizado pelo documentarista baiano Dado Galvão, em parceria com o fotógrafo e ativista paraibano Arlen Cezar e o jornalista/escritor venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”. https://oglobo.globo.com/mundo/nos-poroes-de-maduro-16837163

No final de novembro de 2015, Dado Galvão enviou por correio postal uma bandeira do MERCOSUL, para Carlos Javier, que colhe assinaturas e mensagens na bandeira por todo território da Venezuela, além de cartas que serão entregues aos parlamentares e autoridades dos países membros do MERCOSUL, em data ainda a ser definida. https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/noticia/2016/05/bandeira-percorrera-venezuela-e-servira-de-abaixo-assinado-gigante-contra-situacao-do-pais-5807129.html

Em Roraima os membros da Missão Ushuaia, levarão a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, ao encontro de migrantes e refugiados venezuelanos, que poderão assinar e escrever na bandeira ou através de cartas enviarem mensagens com suas inquietações. Autoridades locais e organizações não governamentais serão visitadas pela missão. Tudo será documentado em audiovisual e fotografia para construção de um documentário. 

Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto, que declara Missão Ushuaia, de interesse cultural e humanitário. https://www.parlamentomercosur.org/innovaportal/file/13694/1/mep-206-2017.pdf

Vídeo com os objetivos da Missão https://youtu.be/ZfC46wNRvFc

Vídeo bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL na Venezuela https://youtu.be/EfYlRH99DKQ

Fotos da Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL na Venezuela 

Human Rights Watch: Venezuela, Crise Humanitária Alastra-se para o Brasil. Necessidade urgente de uma resposta regional.


A crise humanitária da Venezuela está se espalhando para além de suas fronteiras, disse hoje a Human Rights Watch. Os governos da América Latina devem aplicar uma forte pressão sobre a administração de Maduro para solucionar a grave escassez de medicamentos e alimentos que está fazendo com que venezuelanos deixem o país.

Milhares de pessoas têm fugido de uma crise humanitária que o governo venezuelano nega existir e não enfrenta adequadamente. Milhares vieram para o Brasil, muitos entrando pela fronteira da Venezuela com o estado brasileiro de Roraima. Em solo brasileiro, alguns solicitam proteção como refugiados, outros procuram por trabalhos temporários e outros buscam desesperadamente por cuidados médicos. O fluxo sem precedentes de venezuelanos está pressionando ainda mais o já sobrecarregado sistema público de saúde de Roraima e inundando o sistema de solicitação de refúgio do país.(Leia mais)

junho/2017

O Parlamento do MERCOSUL declara: "Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse Cultural e Humanitário". (Humberto Benedetto, Parlamentar do MERCOSUL)


Será apresentado para votação na (segunda-feira 29 de maio, 11 da manhã) no horário local, durante a XLVII sessão plenária do Parlamento do MERCOSUL (PARLASUR), em Montevidéu no Uruguai, projeto de iniciativa do parlamentar argentino no PARLASUR, Humberto Benedetto, que declara a Missão Ushuaia, Venezuela, de interesse cultural e humanitário. (VEJA AQUI)





Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, Solidariedade, 
Cartas e Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela! 

Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil.

Foto: em Los Teques, jovem venezuelano mancha a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos que morreram em manifestações. maio/2017. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

USHUAIA 

O nome da missão formada pelos brasileiros Dado Galvão (documentarista), Arlen Cezar (fotógrafo) e pelo venezuelano Carlos Javier (jornalista e escritor), foi inspirado no Protocolo de Ushuaia, assinado em 24 de julho de 1998 na cidade Argentina de Ushuaia, inicialmente pelos quatro estados membros de MERCOSUL, (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), mais dois Estados associados (Bolívia e Chile), reafirmando o compromisso democrático entre os Estados membros do MERCOSUL. 

Em 08 de julho de 2004, na XXVI Reunião do Conselho do Mercado Comum, realizada em Puerto Iguazú na Argentina, a República Bolivariana da Venezuela foi admitida como Estado Associado do MERCOSUL. 

A Decisão do Conselho do Mercado Comum estabelece a necessidade de adesão ao Protocolo de Ushuaia e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL; 

Que a democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional. 

Em 19 de julho de 2005, na XXVIII Cúpula do MERCOSUL, em Assunção no Paraguai foi aprovada a adesão da República Bolivariana da Venezuela ao Protocolo de Ushuaia sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL, a República da Bolívia e a República do Chile e à Declaração Presidencial sobre o Compromisso Democrático no MERCOSUL. 

www.MissaoUshuaia.org (atualizado, junho de 2017)



Parlamento MERCOSUL: crise na Venezuela.

Remídio Monai, parlamentar brasileiro no PARLASUR: venezuelanos 
em Roraima, grave crise humanitária na fronteira ao norte do Brasil.

   


Humberto Benedetto, parlamentar argentino no PARLASUR: 
"governo da Venezuela deve parar de perseguir seu próprio povo"

   


XLVI Sessão completa do Parlamento do Sul (PARLASUR)


 

Bandeira abaixo-assinado MERCOSUL, Cartas & Cinema: ativismo pela democracia na Venezuela!


Na Venezuela, o jornalista e escritor Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da Repressão", recolhe assinaturas e mensagens na bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada em novembro de 2015, pelo documentarista Dado Galvão, desde Jequié (Bahia), nordeste no Brasil. 

Missão: Javier estimula venezuelanos escreverem cartas (em defesa da democracia na Venezuela) destinadas aos parlamentares dos países partes do MERCOSUL, como ações de ativismo humanitário e do projeto para construção de um documentário denominado, Missão Ushuaia, Venezuela, que deseja levar a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL e cartas escritas por venezuelanos, aos os parlamentos dos países partes e PARLASUL

A ideia: estimular e promover que cartas escritas por venezuelanos, sejam lidas nos plenários dos respectivos parlamentos, associações, ONGs, universidades, escolas, igrejas e eventos públicos, parlamentares e cidadãos dos países partes do MERCOSUL, visitados pela Missão Ushuaia, Venezuela. também poderão assinar na bandeira abaixo-assinado

Pretendemos documentar toda nossa peregrinação com a bandeira abaixo-assinado e cartas, na Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, PARLASUR e Venezuela onde acompanharemos o cotidiano de Javier e dos protagonistas do seu livro. 

"EVENTO ADIADO*, SEM DATA DEFINIDA!" (Recebemos informações do adiamento por e-mail, enviado pela Chefe do Cerimonial da presidência da Câmara dos Deputados, Raquel Monti Henkin).

CREDN reforça convite para evento* sobre a Democracia na Venezuela

Brasília – A presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, Bruna Furlan (PSDB-SP), reforçou nesta quinta-feira, dia 11, o convite para que parlamentares de todo o mundo se façam representar no dia 23, no Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento organizado pela Presidência da Câmara dos Deputados sob a coordenação do deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “É fundamental que este evento tenha êxito para o bem do povo da Venezuela e da Democracia”, afirmou a deputada. 

Foto: Bruna Furlan, Rubens Bueno e Rodrigo Maia, discutem com embaixadores estrangeiros a realização do Diálogo Parlamentar em Defesa da Venezuela.

Ela participou de reunião do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com embaixadores de vários países europeus e latino-americanos a quem explicou que o evento atende a um pedido do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, deputado Julio Borges. 

O Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela será realizado no Plenário Ulysses Guimarães e contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

“Nós sofremos diariamente com a crise na Venezuela e precisamos fortalecer o apoio internacional para que o país reencontre um caminho democrático, para que sejam realizadas eleições e para que haja a abertura, por parte do governo, de um corredor humanitário para atender aos milhões de venezuelanos que estão morrendo de fome”, explicou Bruna Furlan. 

O evento será concluído com a assinatura da Carta de Brasília, compromisso que será assumido por todos os países representados em relação à crise venezuelana, principalmente quanto à retomada da ordem democrática. 

Bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada à Venezuela, regressará ao Brasil, trazida por jornalista e escritor venezuelano.

Foto: em Los Teques, jovem venezuelana mancha a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, com tinta vermelha, representando o sangue dos venezuelanos que morreram em manifestações. 

Regressa ao Brasil, no dia 22 de maio, a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, trazida pelo jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”. A bandeira foi enviada pelo documentarista baiano Dado Galvão, desde Jequié na Bahia, por correio postal, em novembro de 2015, como parte do projeto de documentário e ativismo humanitário, denominado, Missão Ushuaia, Venezuela (www.MissaoUshuaia.org). 

Venezuelanos anônimos e lideranças populares já assinaram na bandeira, como Lilian Tintori, mulher do preso político Leopoldo López, encarcerado (2014) na prisão de Ramo Verde.

Tintori é símbolo do ativismo em defesa da democracia e dos direitos humanos na Venezuela. Foto: Carlos Javier MissaoUshuaia.org

Em Los Teques, capital do estado de Miranda, cidade bastante conhecida no país vizinho pela resistência ao chavismo, jovens mancharam a bandeira com as mãos pintadas de vermelho em memória aos venezuelanos que morreram ou foram vitimas de violência por protestar contra o governo de Nicolás Maduro. 

Javier, Galvão e o fotógrafo paraibano Arlen Cezar, participarão no dia 23 de maio, em Brasília (DF), com o apoio da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), do Diálogo Parlamentar em Defesa da Democracia na Venezuela, evento realizado pela Câmara dos Deputados, que contará com as presenças do deputado Rodrigo Maia; do senador Eunício Oliveira; do deputado Julio Borges; da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia, do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes; do presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes; do deputado Rubens Bueno, Coordenador do Diálogo; da deputada Bruna Furlan, presidente da CREDN; e da esposa do preso político Leopoldo López, Lilian Tintori. 

No dia 26 de maio a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, regressa novamente para a Venezuela com Javier, para coleta de mais assinaturas. 

Sem data ainda definida, Dado Galvão e Arlen, irão viajar para a Venezuela, onde pretendem documentar o cotidiano de jovens venezuelanos e a peregrinação de Javier com a bandeira. 

Em dezembro de 2016, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, oficializaram a suspensão da Venezuela do MERCOSUL, após o país não cumprir as obrigações assumidas quando se incorporou ao bloco, como o Protocolo de Uchuaia, que defende a plena vigência das instituições como condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os estados partes do referido protocolo.
ASSISTA AO VÍDEO


FOTOS (LOS TEQUES - VENEZUELA 15/05/2017)





Carlos Javier (jornalista e escritor venezuelano)


A noção petista de democracia. Petistas consideram o governo do presidente Michel Temer uma "ditadura", mas são capazes de defender a ditadura - sem aspas - de Nicolás Maduro na Venezuela


Para os petistas, o Brasil vive hoje em pleno estado de exceção. Não há dúvida, segundo a versão petista dos fatos, de que Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe” que a tirou da Presidência da República. Também não há dúvida, para essa turma, de que o grande líder petista, Lula da Silva, é um perseguido político e corre o risco de ser condenado à prisão pelo “crime” de ter governado “para os pobres”. Não faltam nem os que consideram o governo do presidente Michel Temer uma “ditadura”.

Enquanto isso, esses mesmos petistas são capazes de defender a ditadura – sem aspas – de Nicolás Maduro na Venezuela. A embaixada venezuelana no Brasil divulgou recentemente uma série de vídeos em seu canal no YouTube nos quais três deputados do PT manifestam apoio a Maduro no momento em que este reprime violentamente manifestações de oposição ao regime bolivariano – mais de 20 pessoas já foram mortas.

Um dos deputados é Paulo Pimenta (RS), que, em sua página no Facebook, já se referiu ao governo Temer como “ditadura”. No vídeo, o parlamentar diz: “Estamos juntos com o povo da Venezuela. A luta pela sua soberania, pelo direito de escolher e construir o seu futuro... Resistam contra o avanço da direita fascista! Vamos às ruas em defesa do projeto da revolução bolivariana! Contem conosco, estamos juntos nessa luta”.

Outro que aparece para prestar “a mais alta solidariedade ao povo da Venezuela e ao governo popular da Venezuela de Maduro” é o deputado petista João Daniel (SE). Segundo ele, “há um terrorismo na América Latina, financiado pelo imperialismo, para derrubar os governos populares”. Foi o que aconteceu também no Brasil, de acordo com o parlamentar. Por esse motivo, acrescentou, “a luta em defesa do governo da Venezuela pertence a todo o povo latino-americano”.

Por fim, o líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini – que no dia do impeachment de Dilma Rousseff, há um ano, pediu a mobilização dos brasileiros contra a tentativa de “implantar uma ditadura civil” no País –, gravou mensagem em que diz que o “governo popular” de Maduro é vítima de “uma estratégia de desestabilização”. Segundo Zarattini, o desabastecimento, a inflação e a profunda crise social que afetam a Venezuela, causando até mesmo fome, são provocados pelas “forças reacionárias”, cujo objetivo seria “instalar o caos para que, a partir disso, o povo clame por uma solução de força”. Por esse motivo, disse o deputado, “o povo venezuelano está certo em lutar fortemente para defender o que é seu e o seu governo”.

Nem se deve perder tempo tentando argumentar contra tão rematados despautérios, inspirados no despudor de Lula da Silva, que um dia declarou que a Venezuela chavista tem “excesso de democracia”. Mas é particularmente grave que detentores de mandato parlamentar no Brasil, que se dizem defensores da democracia, venham a público manifestar solidariedade ao governo de um país vizinho que está claramente violando os mais básicos direitos dos cidadãos.

Depois de ter arruinado economicamente a Venezuela, Nicolás Maduro hoje nada faz a não ser estimular um confronto civil no seu país. Não contente em reprimir protestos e prender centenas de opositores, anunciou que pretende armar milhares de milicianos para “defender a soberania nacional” contra o “imperialismo” – que, como sempre, está por trás de tudo. Aproxima-se rapidamente de um ponto do qual dificilmente se retorna sem um banho de sangue, razão pela qual qualquer apoio a Maduro, hoje, é irresponsável.

Nos tempos da diplomacia lulopetista, ditadores como Maduro eram tratados como queridos companheiros, pela simples razão de que se opunham aos Estados Unidos. Essa atitude típica de grêmio estudantil felizmente foi abandonada no Brasil e na Argentina, deixando Maduro mais isolado do que nunca, salvo apenas pelo apoio dos que, como os solidários deputados petistas, consideram que democracia e direitos humanos são conceitos válidos somente para quem é da patota. (Editorial Estadão) 

Assista

Apelo do escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, para deputada Bruna Furlan, (Presidente da CREDN - Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados).


Apelo do escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, para deputada Bruna Furlan, (Presidente da CREDN - Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados). Solicitação de audiência pública na CREDN: repressão na Venezuela, violação de direitos básicos, juventude, cárcere.

Bruna Furlan defende ajuda humanitária para venezuelanos em reunião com Secretário-Geral da OEA

Secretario-Geral da OEA

Brasília – Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) defendeu uma maior articulação internacional para que a ajuda humanitária destinada aos venezuelanos possa chegar àquele país e às pessoas.

Em reunião com o Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, ela também explicou a situação dramática em que vivem milhares de venezuelanos que fogem todos os dias do país com destino à Boa Vista e Pacaraima, em Roraima.

“Para além das questões políticas, os venezuelanos estão sendo punidos pelo seu governo e ficam sem remédios e sem alimentos básicos. Os organismos regionais e os governos precisam atuar de forma coordenada para forçar que o regime venezuelano aceite toda a ajuda de caráter humanitário”, explicou.

Na sua avaliação, “a situação dos venezuelanos em Roraima é dramática e o estado não tem condições de, sozinho, oferecer condições dignas para essas pessoas. Ninguém foge do seu país se não é obrigado a fazê-lo”, assinalou a deputada.

Ela também se mostrou contrária a qualquer iniciativa que implique no fechamento das fronteiras com aquele país. “Nós precisamos encontrar alternativas que permitam ajudar os venezuelanos na Venezuela. Lamentavelmente, o governo impede todas as ações neste sentido, inclusive aquelas oriundas de entidades vinculadas a igrejas e até mesmo do Vaticano”, afirmou.

Luis Almagro agradeceu o apoio do Brasil às iniciativas da OEA de implementar medidas que cobrem a plena restauração da ordem democrática na Venezuela. Na sua opinião, “uma ditadura só cai quando há pressão interna, mas a pressão internacional é um elemento a mais e fundamental neste processo”.

O Secretário-Geral da OEA também se disse preocupado com a situação dos refugiados venezuelanos e informou que nos últimos anos, mas de três milhões de pessoas abandonaram o país por conta das crises política e econômica.

Venezuela: Secretario General de la OEA denuncia auto golpe de Estado


El Secretario General de la Organización de los Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, denuncia el auto-golpe de Estado perpetrado por el régimen venezolano contra la Asamblea Nacional, último poder del Estado legitimado por el voto popular.

"Aquello que hemos advertido lamentablemente se ha concretado", sentenció el Secretario General.

El Tribunal Supremo de Justicia (TSJ) ha dictado dos decisiones por las que despoja de sus inmunidades parlamentarias a los diputados de la Asamblea Nacional y, contrariando toda disposición constitucional, se atribuye las funciones de dicho Poder del Estado, en un procedimiento que no conoce de ninguna de las más elementales garantías de un debido proceso.

Por la primera de ellas, del 27 de marzo de 2017, el TSJ declara la inconstitucionalidad de acuerdos legislativos calificando como actos de traición a la patria el respaldo a la Carta Democrática Interamericana, instrumento jurídico al cual Venezuela ha dado su voto al tiempo de aprobarlo y fue el primer país en solicitar su aplicación en el año 2002.

Por el segundo fallo, del 29 de marzo, este tribunal declara la “situación de desacato y de invalidez de las actuaciones de la Asamblea Nacional”, en forma que no conoce respaldo constitucional ni en las atribuciones de la Asamblea (art.187 de la Constitución), ni mucho menos en la de la Sala Constitucional del TSJ (art.336 de la Constitución) y que viola la separación de poderes que la propia Constitución exige sea respetada por todos los jueces los que deben “asegurar su integridad” (art.334).

Las normas internacionales regionales y universales a las que Venezuela soberanamente ha adherido, y que por ello la obligan a su cumplimiento, reafirman el respeto a la separación de poderes como garantía ineludible para la protección de los derechos de los ciudadanos y la defensa del sistema democrático y del estado de derecho. 

Las dos sentencias del TSJ de despojar de las inmunidades parlamentarias a los diputados de la Asamblea Nacional y de asumir el Poder Legislativo en forma completamente inconstitucional son los últimos golpes con que el régimen subvierte el orden constitucional del país y termina con la democracia.

La decisión del TSJ expresa en su numeral 4.4: "Se advierte que mientras persista la situación de desacato y de invalidez de las actuaciones de la Asamblea Nacional, esta Sala Constitucional garantizará que las competencias parlamentarias sean ejercidas directamente por esta Sala o por el órgano que ella disponga, para velar por el Estado de Derecho".

Asumir la restauración de la democracia es tarea de todos. Hoy es hora de trabajar unidos en el hemisferio para recuperar la democracia en Venezuela, con cuyo pueblo todos tenemos deudas que nos obligan a actuar sin dilaciones. Callar ante una dictadura es la indignidad más baja en la política.

“La cuestión es sólo entre la libertad y el despotismo", nuestros opresores, y son nuestros opresores porque la libertad de los pueblos es la esencia misma de nuestra libertad, sólo por serlo forman el objeto de nuestra lucha.

El Secretario General de la OEA dijo que es urgente la convocatoria de un Consejo Permanente en el marco del artículo 20 de la Carta Democrática y constató que se ha llegado a este punto a pesar de las advertencias formuladas en los informes del 30 de mayo de 2016 y 14 de marzo de 2017. 

El líder de la OEA recordó el carácter preventivo que tiene la Carta Democrática Interamericana, que debió haber sido accionada con rigurosidad para no lamentar otro golpe de Estado en el hemisferio.

Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia poderá receber escritor venezuelano para participar de audiência pública.

O jornalista venezuelano Carlos Javier transformou a bandeira do Mercosul enviada pelo documentarista baiano Dado Galvão em documento de protesto. 

Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (CDHSP) poderá receber o escritor e jornalista venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”, para participar de audiência pública. 

A proposta é do deputado estadual Euclides Fernandes (PSL/BA), atendendo ao pedido do documentarista baiano Dado Galvão, que trabalha na produção do documentário de ativismo humanitário Missão Ushuaia, Venezuela.

Segundo informações publicadas no diário oficial da ALBA, do dia 15 de março, “na oportunidade, o deputado Euclides Fernandes levou para apreciação do colegiado a proposta de uma audiência pública com o jornalista e escritor venezuelano, Carlos Javier, para discutir o atual momento político da Venezuela e os índices de violência que afeta principalmente os jovens. Sobre a temática, Marcelino Galo (PT/BA, presidente da comissão) destaca que por se tratar de uma questão internacional, levará o pedido do deputado ao setor jurídico da Casa, para em seguida colocar a proposta em votação entre os membros da comissão”.


O livro “Testemunhos da Repressão” foi tema de uma extensa reportagem do jornal O Globo, denominada “Nos Porões de Maduro”, a Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou (2015) requerimento para realização de audiência com o escritor, que foi um dos entrevistados do especial “Venezuela onde falta tudo” (2016), produzido pelo jornalista Léo Gerchmann, para o jornal Zero Hora.

Em maio de 2016, Javier recebeu uma bandeira do MERCOSUL, enviada via correio postal pelo documentarista Dado Galvão, a bandeira está servindo como uma espécie de abaixo-assinado revindicando democracia e respeito aos direitos humanos na Venezuela.

A Venezuela tem se destacado no noticiário brasileiro e internacional pela crise política e humanitária que enfrente, e pelos reflexos tão presentes ao norte da fronteira do Brasil, no estado de Roraima, circulação clandestina de dinheiro venezuelano, recrutamento de cidadãos venezuelanos para o transporte de armas, contrabandos e drogas, aumento no número de pedidos de refúgios. 

Segundo Fernandes, o requerimento deverá ser apreciado e votado na comissão (terça-feira 04 de abril).

Baixe grátis o livro "Testemunhos da Repressão", do jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier.