"A Democracia e o fortalecimento do Estado de Direito são pilares fundamentais da integração regional".

Missão Ushuaia: Documentarista baiano vai registrar imigração venezuelana


O documentarista baiano Dado Galvão chegará a Roraima por esses dias, onde realizará atividades culturais e humanitárias em apoio aos imigrantes venezuelanos. O trabalho será feito por meio da Missão Ushuaia Venezuela, e acontecerá a partir das 9h30 do dia 1º de julho na Rodoviária Internacional de Boa Vista e no mesmo horário do dia 02, no posto da polícia Rodoviária Federal e próximo aos mastros das bandeiras da Venezuela e Brasil, na fronteira entre os dois países. (LEIA MAIS) 

junho/2019

Atividades em Roraima, julho de 2019



Baianos de Jequié, escrevem cartas de esperança para refugiados venezuelanos que estão em Roraima.

Uma família de refugiados venezuelanos, acolhidos em Jequié, pela IBJ.  

Mais um refugiado venezuelano é acolhido pela Primeira Igreja Batista do Jequiezinho (IBJ) de Jequié - (Bahia), Gabriel Salcedo, foi recebido na segunda-feira (24/6), no terminal rodoviário local, por membros da (IBJ) e pelos seus compatriotas familiares que já tinham recebido refugio em Jequié, agora, são quatro refugiados em território jequieense, ações articuladas pela (IBJ) e Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira.

 


Cartas de esperança 

Uma oficina de cartas foi organizada pelo pastor Josias Novais da (IBJ), em parceria com a Missão Ushuaia. Membros da igreja escreveram cartas para refugiados venezuelanos que estão em Roraima. 

O documentarista de inspiração católica  Dado Galvão, entregará as cartas aos refugiados venezuelanos em Roraima, como parte das ações culturais e humanitárias da Missão Ushuaia, que acontecerão no dia (01) de julho, em Boa Vista, exposição da bandeira-abaixo assinado do Mercosul e no dia (02) em Pacaraima, exposição da bandeira e entrega de cartas. 

Ações que inspiram 

Gisele Braga Sales, 18 anos, participou em 2018, da oficina de cartas realizada pela Missão Ushuaia, no Colégio Público Modelo Luís Eduardo Magalhães de Jequié, hoje, Gisele, na condição de ex-aluna, ao saber da oficina de cartas da (IBJ), decidiu participar espontaneamente, escrevendo mais uma carta de esperança. 

“Sabendo da situação crítica em que vivem os venezuelanos, encontramos na Missão Ushuaia, uma oportunidade de ofertamos o nosso apoio aos refugiados que se encontram no Brasil. 

Foto da jovem Gisele Braga, no exercício da cidadania e solidariedade Mercosul. 

Quando escrevo uma carta tenho a chance de abraçar aquela pessoa através das minhas palavras. É uma oportunidade para alguém que não está perto de "dizer": não desanime, tenha fé, ainda há esperança de dias melhores. Agradeço muito a Missão Ushuaia e outros envolvidos por nos proporcionar isso... Essas pessoas precisam da nossa ajuda e da nossa confiança! Reconhecer isso me motiva a escrever. Só de pensar em tudo que eles já viveram - a miséria em seu país decorrente dessa crise social, política o processo de imigração, com certeza não está sendo fácil. Oferecer-lhes esse apoio é o mínimo que podemos fazer”. (Gisele Braga, por e-mail)

Refugiados venezuelanos chegam a Jequié/Bahia, pedindo ajuda para seguir para São Paulo.

Foto: Missão Ushuaia, jequié/BA, junho/2019

Pelos menos três Venezuelanos chegaram na manhã de hoje (19), em Jequié e repetiram aqui a ação de pedir nas sinaleiras de trânsito a ajuda necessária para comprar alimento e para custear a viagem deles para São Paulo, onde segundo eles já existe um patrício que lhes ofereceu trabalho na construção civil. Confira a reportagem do Jequié News:


O Cineasta documentarísta, ativismo humanitário, Dado Galvão, relatou a reportagem do Jequié News, importantes informações sobre seu trabalho que vem sendo realizado em diversos paises que compõem o Mercosul.



Venezuelanos baianos.

Maria Vitória, Pedro e Norelys, vivem refugiados em Jequié/BA, em uma casa mantida pela (IBJ).

Completará três meses de vida, no dia 19 de junho, a pequena refugiada, cidadã do Mercosul, Vitória Maria, venezuelana/brasileira, nascida e refugiada em Jequié, interior baiano, filha dos venezuelanos Pedro José Salcedo González e Norelys Figueroa, acolhidos pela Primeira Igreja Batista do Jequiezinho (IBJ), de responsabilidade do pastor Josias Novais.

No próximo domingo (16/6), o pastor Josias, coordenará uma oficina de cartas, onde membros da escola dominical da (IBJ), escreverão cartas com mensagens de solidariedade e esperança, que serão levadas e entregues para refugiados venezuelanos, (dias 1 e 2 de julho), pelo documentarista Dado Galvão, que realizará atividades em Boa Vista e Pacaraima, com a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, como parte das ações culturais e humanitárias da Missão Ushuaia Venezuela, 

A (IBJ) aguarda a chegada de mais um refugiado venezuelano, que será enviado pela Missão Batista Nacional, que desenvolve ações humanitárias e pastorais na Casa Brasil-Venezuela em Boa Vista/RR.

Para saber mais sobre a Missão Ushuaia, acesse: www.MissaoUshuaia.org

junho/2019

Venezuela que padece.


Carlos Javier Arencibia, cidadão venezuelano e do Mercosul, membro da Missão Ushuaia, Venezuela, esteve com o presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, na entrega de ajuda humanitária na Congregação Católica Madres Agustina, em Quebrada de La Virgen, Los Teques.

“Mais de sete milhões de venezuelanos necessitam de cuidados urgentes que só conseguirá chegar aos necessitados quando cessar a usurpação. Enquanto isto não acontece damos a cara e levamos o quanto se pode ao número de seres humanos que for possível alcançar.

O trabalho das freiras é louvável. Além de servir como casa lar, mais de uma dezena de crianças abandonadas recebem comidas, cerca de mil e trezentos seres humanos de variadas idades”.Relatos do jornalista Carlos Javier.


Javier abraça Juan Guaidó

Fonte: Carlos Javier Arencibia, Missão Ushuaia. 23/05/19

Programa Sem Limites com participação de Dado Galvão.

O documentarista Dado Galvão esteve no Programa Sem Limites, com os jornalistas Wilson Novaes​ e Ronny Brayner​, falando sobre ações da missão cultural e humanitária Ushuaia, Venezuela.


maio/2019

Crusoé: "Documentarista quer entrar com bandeira do Mercosul na Venezuela".


"O documentarista brasileiro Dado Galvão tentará entrar na Venezuela no inicio de maio para realizar um filme sobre a vida dos venezuelanos sob a ditadura de Nicolás Maduro. Ele levará consigo uma bandeira do Mercosul assinada por diversos políticos.

Galvão já realizou documentários que deram muito o que falar. Um deles, “Conexão Cuba-Honduras”, teve no seu lançamento em 2013 a presença da cubana Yoani Sánchez. O outro, “Missão Bolívia”, mostrou a vinda para o Brasil do senador Roger Pinto Molina, que tinha se exilado na embaixada brasileira em La Paz.

O documentarista irá sozinho e se encontrará com um jornalista venezuelano na viagem. Sua maior preocupação no atual momento é se a fronteira entre os países estará aberta até lá".


Nasce filha de refugiados venezuelanos acolhidos em Jequié - Bahia.

Refugiada venezuelana acolhida em Jequié, Norelys e sua filha brasileira-venezuelana, Victória Maria, na Santa Casa de Jequié. Foto: Josias Novais. 

O pastor Josias Novais, da Primeira Igreja Batista do Jequiezinho (IBJ), publicou foto e escreveu em seu perfil no Facebook. “Hoje (19/3) às 12:15h, na Santa Casa de Misericórdia do São Judas Tadeu - Jequié/Bahia/Brasil, nasceu a pequena VICTÓRIA MARIA, filha dos venezuelanos acolhidos por nossa igreja, Pedro José Salcedo González e Norelys Figueroa. No nascimento dela renasce a esperança de uma nova Venezuela!” 

Os refugiados venezuelanos foram acolhido pela IBJ, localizada em Jequié, cidade de aproximadamente cento e setenta mil habitantes no interior baiano. 

Pedro e Norelys, são oriundos da Ilha de Margarita, situada no mar do Caribe, nordeste de Caracas, migraram para o Brasil, via Pacaraima no estado de Roraima, e seguiram para Boa Vista, onde passaram muitas dificuldades até serem acolhidos pela Missão Batista em Roraima, (Casa Brasil-Venezuela), sendo enviados para São Paulo e posteriormente para Jequié, onde formam recebidos no dia 15 de setembro/2018, na rodoviária local, pelo pastor Josias Novais e membros da IBJ. 

Os venezuelanos estão morando na Casa de Acolhimento, mantida pela IBJ, para receber parentes e acompanhantes de pessoas carentes que realizam procedimentos médicos em Jequié.

Pedro e Norelys, refugiados venezuelanos acolhidos em Jequié, exibem a bandeira do Brasil, depois de deixarem mensagens na bandeira abaixo-assinada do Mercosul, em novembro de 2018. 

O documentarista Dado Galvão, levou ao encontro dos refugiados venezuelanos e do pastor Josias em outubro de 2018, a bandeira-abaixo assinado do Mercosul, além de gravar entrevistas para realização de um documentário como partes das ações culturais e humanitárias da Missão Ushuaia, Venezuela. 


Dias 1 e 2 de maio, a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, será levada para Boa vista e Pacaraima, no estado de Roraima, onde refugiados e migrantes venezuelanos poderão deixar sua mensagem na bandeira. Os integrantes da missão pretendem entregar em território venezuelano ao presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, a bandeira do Mercosul.

Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto que declara Missão Ushuaia de interesse cultural e humanitário. 

www.MissaoUshuaia.org março/2019.



Juan Guaidó e a bandeira abaixo-assinado do Mercosul.

Deputado Juan Guaidó, assina na bandeira abaixo-assinado do Mercosul. Foto: Carlos Javier/Missão Ushuaia

Em 12 de julho de 2016, no lançamento do livro “Presos pero libre”, de Leopoldo López, na sede do Partido Vontade Popular, em Caracas capital da Venezuela, o deputado Juan Guaidó, deixava sua assinatura e mensagem na bandeira abaixo-assinado do Mercosul, a convite do jornalista e escritor venezuelano Carlos Javier, autor do livro "Testemunhos da repressão" e integrante da Missão Ushuaia, acompanhava Javier no ato, Diana López, irmã de Leopoldo.

Na bandeira, Guaidó escreveu: “pela integração e o fortalecimento da democracia”. 


Depois de três anos em território venezuelano, a bandeira abaixo-assinado do MERCOSUL, enviada pelo documentalista brasileiro Dado Galvão para Javier, em 2015, retornou ao Brasil (18/6/2018), por meio do correio postal, com assinaturas de vítimas da repressão, presos políticos, familiares de ativistas que estão presos, defensores dos direitos humanos, deputados, estudates e líderes comunitários.



Na foto: lado esquerdo, Carlos Javier, na agência postal em Caracas/Venezuela (18/6/2018), lado direito, o documentarista brasileiro Dado Galvão em Jequié, Bahia, que recebeu (9/7/2018) de volta a bandeira abaixo-assinado do Mercosul.

Este trabalho de ativismo e construção de um documentário é realizado dentro das ações culturais e humanitárias da Missão Ushuaia, que busca reivindicar o respeito ao Protocolo de Ushuaia, assinado pela Venezuela, no marco de sua entrada no Mercosul, onde se comprometeu a respeitar os Direitos humanos e liberdades democráticas. A Venezuela foi suspensa do Mercosul, em agosto de 2017. 


Tramita no PARLASUL, projeto do parlamentar argentino Humberto Benedetto que declara Missão Ushuaia de interesse cultural e humanitário. 

Dias 1 e 2 de maio, a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, será levada para Boa vista e Pacaraima, no estado de Roraima, onde refugiados e migrantes venezuelanos poderão deixar sua mensagem na bandeira. Os integrantes da missão pretendem entregar em território venezuelano ao presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, a bandeira do Mercosul. 

O Conselho Permanente da OEA concorda em "não reconhecer a legitimidade do período do regime de Nicolás Maduro"


10 de janeiro de 2019

O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) concordou hoje em "não reconhecer a legitimidade do período do regime de Nicolás Maduro a partir de 10 de janeiro de 2019". A resolução foi aprovada com 19 votos a favor, 6 contra, 8 abstenções e 1 ausência.

Abaixo, o texto completo da resolução:

RESOLUÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO NA VENEZUELA

O CONSELHO PERMANENTE DA ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS,

REAFIRMANDO que os povos da América têm direito à democracia e que seus governos têm a obrigação de promovê-la e defendê-la, conforme estabelece o Artigo 1º da Carta Democrática Interamericana; 

RECORDANDO que, mediante a resolução AG/RES. 2929 (XLVIII-O/18), de 5 de junho de 2018, a Assembleia Geral declarou que o processo eleitoral realizado na Venezuela, em 20 de maio de 2018, carece de legitimidade, por não ter contado com a participação de todos os atores políticos venezuelanos, por não atender às normas internacionais e por ter-se realizado sem as necessárias garantias de um processo livre, justo, transparente e democrático; 

CONSIDERANDO que o período presidencial 2019-2025, que se inicia na Venezuela em 10 de janeiro de 2019, é o resultado de um processo eleitoral ilegítimo;

ENFATIZANDO a autoridade constitucional da Assembleia Nacional democraticamente eleita;

REITERANDO sua profunda preocupação em relação ao agravamento da crise política, econômica, social e humanitária na Venezuela, resultante da ruptura da ordem democrática e de sérias violações dos direitos humanos no referido país, bem como da negligência do Governo da Venezuela em atender às normas interamericanas básicas em matéria de direitos humanos e democracia;

RECONHECENDO que, em consequência disso, um número significativo de venezuelanos está sendo forçado a fugir do país, por não terem sido atendidas suas necessidades básicas;

REITERANDO sua séria preocupação com o colapso do sistema de saúde da Venezuela, que levou ao ressurgimento de doenças infecciosas anteriormente erradicadas na Venezuela, bem como em países fronteiriços e na região;

OBSERVANDO que o êxodo de venezuelanos vem tendo impacto na capacidade dos países da região de prover suas necessidades básicas e apresenta desafios à saúde pública e à segurança;

TOMANDO NOTA, a esse respeito, da Declaração de Quito sobre a Mobilidade Humana dos Cidadãos Venezuelanos na Região, de 4 de setembro de 2018, e seu Plano de Ação, aprovado em 23 de novembro de 2018;

CONDENANDO com a maior firmeza as detenções arbitrárias, a falta do devido processo e as violações dos direitos humanos de prisioneiros políticos por parte do Governo da Venezuela; e

ENFATIZANDO que o Conselho Permanente e a Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores continuam dispostos a realizar iniciativas diplomáticas, incluindo os bons ofícios, destinadas a promover o diálogo na Venezuela, com vistas a alcançar uma solução política da crise no referido país,

RESOLVE:

1. Não reconhecer a legitimidade do período do regime de Nicolás Maduro, a partir de 10 de janeiro de 2019.

2. Reafirmar que, somente por meio de um diálogo nacional com a participação de todos os atores políticos e outros atores interessados venezuelanos, será possível alcançar a reconciliação nacional e acordar as condições indispensáveis para realizar um novo processo eleitoral que reflita realmente a vontade dos cidadãos venezuelanos e resolva de maneira pacífica a atual crise naquele país.

3. Instar todos os Estados membros e convidar os Observadores Permanentes da OEA a que adotem, em conformidade com o Direito Internacional e sua legislação nacional, as medidas diplomáticas, políticas, econômicas e financeiras que considerem apropriadas para contribuir para a pronta restauração da ordem democrática na Venezuela.

4. Fazer um apelo à realização de novas eleições presidenciais com todas as garantias necessárias a um processo livre, justo, transparente e legítimo, em data próxima, com a presença de observadores internacionais.

4. Convidar os Estados membros e os Observadores Permanentes a que implementem medidas para atender à crise humanitária na Venezuela e nos Estados afetados, mediante o apoio às organizações internacionais e regionais apropriadas.

5. Instar o regime venezuelano a que permita o ingresso imediato de ajuda humanitária para o povo da Venezuela, inclusive de vigilância epidemiológica, a fim de impedir o agravamento da crise humanitária e de saúde pública, particularmente para evitar o reaparecimento e a propagação de doenças.

6. Exigir a imediata e incondicional liberação de todos os presos políticos.

7. Expressar efetiva solidariedade com o povo venezuelano e seu compromisso de continuar acompanhando a situação na Venezuela e de apoiar medidas diplomáticas que facilitem a restauração das instituições democráticas e o pleno respeito aos direitos humanos.

8. Instruir o Secretário-Geral a que transmita o texto desta resolução ao Secretário-Geral das Nações Unidas.



Missão Ushuaia: #refugiados #natal #tvsudoeste #redebahia #solidariedade


Assim seja! Aos amigos (as) da TV Sudoeste (Rede Bahia) Judson Almeida, Diego Ribeiro, familiares e amigos, natal de luz. 2019 de paz e bem! São os votos renovados de todos (as) nós que fazemos a Missão Ushuaia, Venezuela. Acompanhe Missão Ushuaia no Facebook.

Dez/2018.

Livro "Migrações Venezuelanas".

Núcleo de Estudos de População "Elza Berquó" - Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. O livro conta com diversos colaboradores. 

O download do livro pode ser feito aqui

dez/2018

Missão Ushuaia no jornal A Tarde, versão impressa.


Clique na imagem para visualizar melhor


Fonte: Jornal A Tarde, versão impressa, página B2, domingo, 28/10/2018

Refugiados venezuelanos são acolhidos em Jequié.

Na Casa de Acolhimento da Igreja Batista de Jequié, venezuelanos que fogem da miséria e opressão, reencontram a esperança de uma vida melhor.   

Um casal de refugiados venezuelanos foi acolhido pela Igreja Batista do Jequiezinho (IBJ), localizada em Jequié, cidade de aproximadamente cento e setenta mil habitantes no interior baiano. 

Pedro Salcedo e Norelys Figueroa, oriundos da Ilha de Margarita, situada no mar do Caribe, nordeste de Caracas, migraram para o Brasil, via Pacaraima no estado de Roraima, e seguiram para Boa Vista, onde passaram muitas dificuldades até serem acolhidos pela Missão Batista em Roraima, (Casa Brasil-Venezuela), sendo enviados para São Paulo e posteriormente para Jequié, onde formam recebidos no dia 15 de setembro/2018, na rodoviária local, pelo pastor Josias de Souza e membros da IBJ.

Os venezuelanos estão morando na Casa de Acolhimento, mantida pela IBJ, para receber parentes e acompanhantes de pessoas carentes que realizam procedimentos médicos em Jequié.

O documentarista Dado Galvão, levou ao encontro dos refugiados venezuelanos e do pastor Josias, a bandeira-abaixo assinado do Mercosul, além de gravar entrevistas para realização de um documentário como partes das ações culturais e humanitárias da Missão Ushuaia, Venezuela.


 Outubro/2018 www.MissaoUshuaia.org

Bandeira abaixo-assinado do Mercosul no plenário do Parlasul.

Na foto da esquerda para direita: fotógrafo Arlen Cezar, parlamentar argentino Humberto Benedetto, documentarista Dado Galvão, presidente da Comissão de Educação, Cultura Ciências e Desportes do Parlasul, Maria Eugênia (Paraguai), presidente do Parlasul, Bittar Navarro (Paraguai), parlamentar venezuelano Rondón Hernández. Plenário do Congresso do Uruguai, sede provisória do Parlasul. Montevidéu, Uruguai, 11 de setembro de 2018.

Missão Ushuaia realiza atividades no Parlamento do Mercosul.

Vídeo: Agência Parlasul

O documentarista Dado Galvão fala dos objetivos da Missão Ushuaia,Venezuela, para os jornalistas da Agência Parlasul, durante a LVIII sessão do Parlamento do Mercosul, que funcionou provisoriamente no Congresso Nacional do Uruguai. 

Dado Galvão e o fotógrafo Aelen Cezar entregaram (10/9) aos parlamentares do Parlasul (Parlamento do Mercosul), cartas escritas por refugiados venezuelanos que vivem em Salvador (Bahia), Boa Vista, Pacaraima (fronteira Brasil-Venezuela) no estado de Roraima, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela. 

Os membros da missão e a imigrante venezuelana no Uruguai, Karina Rojas, foram recebidos (11/9) pela Comissão de Educação, Cultura, Ciências e Desportes (CECCD), acompanhados pelo parlamentar argentino Humberto Benedetto, ator do projeto de declaração que reconhece Missão Ushuaia de interesse cultura e humanitário.

O parlamentar argentino no Parlasul, Humberto Benedetto, acompanhado do parlamentar venezuelano Rondón Hernández, assina na bandeira abaixo-assinado do Mercosul. Foto: Arlen Cezar/Missão Ushuaia. 

No plenário do Congresso Uruguaio, onde funciona provisoriamente a sede do Parlasul, os membros da missão com a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, foram recebido por diversos parlamentares, o presidente do Parlasul Bittar Navarro, e a presidente da (CECCD), parlamentar Maria Eugênia, ambos paraguaios, e o parlamentar venezuelano Rondón Hernández, dentre outros. 

Bandeira abaixo-assinado do Mercosul 

Dialogamos com Martinho da Vila, na terça-feira (11/9), em Montevidéu, Uruguai, recomendamos ao músico brasileiro que não fique em silêncio diante dos reflexos da ditadura venezuelana, visíveis no norte do Brasil. Pedimos também que leve nossa recomendação a outros artistas brasileiros. Martinho deixou sua assinatura na bandeira abaixo-assinado do Mercosul. 

Dado Galvão dialoga com Martinho da Vila, em Montevidéu, Uruguai.
Foto: Karina del Valle/Missão Ushuaia.

O sambista brasileiro deixa sua assinatura na bandeira abaixo-assinado 
do Mercosul. Foto: Arlen Cezar/Missão Ushuaia.



setembro de 2018, www.MissaoUshuaia.org

Testimonio de la diáspora venezuelana.

Karina del Valle, llora y es amparada por la presidenta de la CECCTD/Parlasur, parlamentaria paraguaya María Eugenia. 11 de septiembre, Foto: Arlen Cezar/Misión Ushuaia.

Ante todo le agradezco a Dado Galvão perteneciente de la Missao Ushuaia, por darme el honor de invitarme a leer cartas de venezolanos inmigrantes en su país (Brasil) a la (CECCTD) Comisión del Educacion, Cultura, Ciencia, Tecnologia y Deporte del Parlasur. 

En mi mente solo estaba pendiente del compromiso como venezolana para leer las cartas escritas por otros hermanos venezolanos que al igual que yo se vieron obligados a cerrar las puertas de sus hogares y enfrentarse a un rumbo incierto , a construir una nueva vida por nuestras familias. 

Llega el gran día y Dado me dice que es el día y el momento para la lectura de las cartas , yo estaba totalmente tranquila era solo leer unas cartas , a medida que pasaban las horas e iban llegando los parlamentarios del Parlasur me sentía tranquila , me preguntaban si era de Venezuela , afirmaba con mi cabeza y la sonrisa calida que nos caracteriza a todo venezolano con un "sí" al final. 

Entras todos a la sala inicia la cesión y junto con Dado, Arlen Cezar, pasamos rápidamente a la sala de reuniones, ellos conversando... En el momento que Dado y Arlen sacas las fotos de las imágenes de mis paisanos en los arbergues y en las plazas en las calles ,caminado en las fronteras , y el resto de las cartas se paseaban por la mesa al igual que todas las imágenes que para mí eran desgarrantes, comencé a sentirme tan triste con nervios, molestia, impotencia, y yo con una carta en mi bolsillo esperando el momento que me dieran la palabra para leer la tan esperada carta... Ya la había leído antes y me había hecho recordar una breve película de todo lo que pasa en mi país y lo que están pasando todos los venezolanos fuera de su país. 

Documentalista Dado Galvão habla en CECCTD/Parlasur, sobre los objetivos culturales y humanitarios de la Misión Ushuaia, Venezuela. 11 de septiembre, Foto: Arlen Cezar/Misión Ushuaia. 

En fin , llega mi turno. Pero al destapar el sobre y desdoblar la carta mis manos empezaron a templar y un gran nudo se me hizo en la garganta sentir tanta tristeza como cuando te dan la noticia de la muerte de un familiar pero en ese momento eso sentí, porque sé que muchos personas han muerto , no podía controlar mi tristeza tan grande . La directora de la comisión del Parlasur fue tan amable y humanamente gentil y me dijo se que es triste y que es difícil,ven siéntate acá a mi lado , hizo servirme agua, un poco más calmada pero sin dejar de sentir dolor y tristeza inicie con un gran respiro profundo : dándole las gracias por estar todos allí presentes y valorando su tiempo y su interés por todos los venezolanos, por todos nosotros. 

Con lágrimas en los ojos les narre como durante mis años de experiencia como educadora en Venezuela había vivido a través de mis recorridos por comunidades la pobreza , las casa con pisos de tierra, dónde en un plato de comida comen varios , dónde hay que dejar que coman los niños y los adultos tienen que dormir con un sola comida o ninguna. Familias que se encierran en sus hogares y encienden las bombonas de gas para dormirse hasta el otro día, porque no tienen absolutamente nada que llevarse a la boca. Niños encerrados solos mientras sus padres van hacer colas para tratar de comprar algo de alimento,cuando el mayor tiene 5 años y el menos 2 años de edad. Ver que faltan niños en tu salón y que no solo faltan por este enfermos sino porque su madre decidió envenenar a su retoño y a ella misma por la desesperación de pasar días en la calle tratando de buscar alimentos y no encontrá , porque los venezolanos pasan días completos haciendo colas para comprar un arroz, o una harina pan , o cualquier alimento; pasar todo el día y cuando le toque su turno y no poder comprar nada porque cuando le tocó su turno ya se había terminado todo. 

La cantidad de personas que mueren a diario en los hospitales por falta de insumos, a tal grado que piensas en asistir a uno porque no sabes si vas a salir sano o más enfermo, porque en los hospitales agarrar infecciones por al misma falta de insumos hasta para mantener las salas limpias. Enterarte que tus amistades entran al hospital por una bronquitis o una infección respiratoria y salen en un ataúd, eso es fuerte ya que son madres o padre de familia que dejan a niños huérfanos. Que las farmacias muchas veces no cuentan ni con los medicamentos básicos. 

Presidenta de la CECCTD/Parlasul, parlamentaria paraguaya María Eugenia, firma la bandera abajo firmada del Mercosur, acompañada por otros integrantes de la comisión. 11 de septiembre, Foto: Arlen Cezar/Misión Ushuaia. 

Todos estos relatos los iba haciendo entrecortados por el llanto ,porque recordar eso y pasar una película por mi mente de las calles feas ,sucias, de las personas que se pelean con los zamuros en los vertederos de basura, de las madres llorar y gritar cuando en las marchas y protestas se llevaban a sus hijos , los que daban de sus casa que quedaban con los brazos arruñados por sus hijos pidiendo que no lo suelten porque se los van a llevar y no saben cuándo los volverán a ver , mirar cómo día tras día en Venezuela todos tienen sus sufrimientos , ver todo eso es sentir que te tocan el corazón con las manos frías y se te corta la respiración , todo eso sentía en cuestiones de segundos, pero las palabras de consuelo de la directora de la comisión del Parlasur me animaban porque a verlos todos allí reunidos me daba un respiro porque sentía que algo se podía hacer o se pensaba hacer por mi país por mi pueblo por mi gente por todas las personas que quiero que aún siguen en ese bello país. 

Los miraba todos y les decía que nosotros los venezolanos no queríamos que nos regalaran nada que estábamos capacitados para trabajar en nuestras áreas y en lo que sea , porque somos trabajadores , que somos responsables y sabemos agradecer una ayuda, una mano amiga. Y que me entristece enormemente que teniendo el país que tenemos que cuenta con todos los recursos necesarios para ser el mejor país . Contamos con lo lindos recursos naturales, con todos los minerales, podría decir que toda la tabla periódica está bajos el suelo venezolano y no solo eso todas las bellezas naturales , que podríamos Viver de turismo también , pero desde que tengo uso de razón solo han vivido con el oro negro el petróleo, les mencioné como sacaban oro todos los días ilegalmente de las minas en el estado Bolívar. Todo eso es de conocimiento de todos los habitantes de ese estado. Y también les exprese que de verdad necesitamos su apoyo a todos los que estamos tanto dentro como fuera del país. 

Y se lo agradeceríamos mucho, y que contaran que cuando nuestro país esté mejor igual los recibiremos a todos como siempre como nuestros hermanos, porque estoy segura que no solo regresarán los venezolanos sino todos los extranjeros que vienen en Venezuela y tuvieron que salir por la situación que todos conocemos . Sabemos agradecer un lindo gesto de humanidad, de amor, de fraternidad. 

La presidenta de la CECCTD/Parlasur, parlamentaria paraguaya María Eugenia, mira una de las cartas entregada por la Misión Ushuaia, cartas ecritas por refugiados venezolano que se encuentra en Roraima. 11 de septiembre, Foto: Arlen Cezar/Misión Ushuaia. 

Luego de escuchar sus propuestas y quedar todos de acuerdo en ayudarnos , no sabía que ayer si seguir llorando si reír, pero simplemente medio sonreí y di las gracias. Porque que todo tiene su proceso, escuchar que todos estaba de acuerdo en ayudarnos fue una emoción que no les puedo explicar con palabras, pero es como cuando te dicen que aprobaste la tesis de grado y aún no te lo crees. 

Sé que solo fue un paso pero sé que todos los que estaban sentados en esa mesa dan pasos lentos pero fuertes , y que tiene palabra . Y yo apuesto y me aferró a eso. Al cumplimiento de las acciones de sus propuestas . 

Dios bendiga y los llene de salud y alegrías diarias a todos los que estuvieron esa mañana en esa sala de reuniones, les agradezco infinitamente con el corazón en las manos estar allí presente. 

Karina del Valle Rojas Ortiz, venezolana, Maestra de educación inicial y preescolar. Viviendo en Montevideo, Uruguay.


septiembre/2018 www.MissaoUshuaia.org

Missão Ushuaia: atividades no Parlasul, Montividéu - Uruguai.


O programa da TV Nacional do Uruguai, “7 Mil Millones” apresentado por Maximiliano Borges, analisa o Êxodo venezuelano, recebendo Valeria Espanha, advogada, docente e consultora em Direitos Humanos e compartilhando também o testemunho do documentarista e ativista brasileiro Dado Galvão, que entregou aos parlamentares do Parlasul (Parlamento do Mercosul), cartas escritas por refugiados venezuelanos que vivem em Salvador (Bahia), Boa Vista, Pacaraima (fronteira Brasil-Venezuela) no estado de Roraima, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela.

Galvão, o fotógrafo Arlen Cezar e a imigrante venezuelana no Uruguai, Karina Rojas, foram recebidos pela Comissão de Educação, Cultura, Ciências e Desportes (CECCD), acompanhados pelo parlamentar argentino Humberto Benedetto, ator do projeto de declaração que reconhece Missão Ushuaia de interesse cultura e humanitário. 

No plenário do Congresso Uruguaio, onde funciona provisoriamente a sede do Parlasul, os membros da missão com a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, foram recebido por diversos parlamentares, o presidente do Parlasul Bittar Navarro, e a presidente da (CECCD), parlamentar Maria Eugênia, ambos paraguaios, e o parlamentar venezuelano Rondón Hernández, dentre outros.


Foto: fotógrafo Arlen Cezar, parlamentar argentino Humberto Benedetto, documentarista Dado Galvão, presidente da CECCD do Parlasul Maria Eugênia (Paraguai), presidente do Parlasul Bittar Navarro (Paraguai), parlamentar venezuelano Rondón Hernández. 10/setembro.

setembro de 2018

Missão Ushuaia, Venezuela: atividades no Uruguai.


Dia (sete) de setembro de 2018, os membros da Missão Ushuaia, Venezuela, documentarista Dado Galvão, fotógrafo Arlen Cezar, ambos brasileiros, e o jornalista venezuelano Carlos Javier, seguirão para Montevidéu capital do Uruguai, onde serão recebidos por parlamentares do Parlasul, encabeçados pelo parlamentar argentino Humberto Benedetto, autor do projeto que declara Missão Ushuaia, de interesse cultural e humanitário por parte do Parlamento do Mercosul.

Será realizada na sede do Parlasul, dia (dez), uma exposição fotográfica com ações da missão que foram realizadas nos Estados da Bahia e Roraima, cartas escritas por migrantes e refugiados venezuelanos para os parlamentares do Parlasul, serão entregues pela missão aos parlamentares, atividades acontecerão também na sede do Parlamento Uruguaio. A bandeira abaixo-assinado do Mercosul, que estava em território venezuelano desde 2015, fará parte da exposição. 

Migrantes e refugiados venezuelanos que vivem em Montevidéu organizarão atividades com os membros da missão em uma escola local, estudantes uruguaios repetirão o gesto dos estudantes do Colégio Modelo de Jequié no Estado da Bahia, escrevendo cartas destinadas aos refugiados venezuelanos que vivem em Boa Vista e Pacaraima na fronteira Brasil-Venezuela. 

Os membros da missão permanecerão no Uruguai até o dia (doze) de setembro.

Misión Ushuaia, Venezuela: actividades en Uruguay.


Día siete (7) de septiembre de 2018, miembros de la Misión Ushuaia, Venezuela, cineasta documentalista Dado Galvão, fotógrafo Arlen Cezar, ambos brasileños, y el periodista venezolano Carlos Javier Arencibia, irán a Montevideo, capital del Uruguay, donde serán recibidos por parlamentarios del Parlasur, encabezados por parlamentario argentino Humberto Benedetto, autor del proyecto que declara la Misión Ushuaia de Interés Cultural y Humanitario para la Región por parte del Parlamento del Mercosur.

Se celebrará en la sesión del Parlasur, el día diez (10) de septiembre, una exposición fotográfica con acciones de la misión que se realizaron en los Estados de Bahía y Roraima, además cartas escritas por migrantes y refugiados venezolanos para los parlamentarios del Parlasur, serán entregados por la misión a los parlamentarios. Estas actividades se celebrarán en la sede del Parlamento Uruguayo. La bandera firmada del Mercosur, que estaba en territorio venezolano desde 2015, formará parte de la exposición.


Con lágrimas en los ojos migrantes venezolanas reciben cartas, ciudad 
de pacaraima, marco fronterizo Brasil-Venezuela. 
Foto: Arlen Cezar/Misión Ushuaia

Migrantes y refugiados venezolanos que viven en Montevideo organizarán actividades con los miembros de la misión en una escuela local, estudiantes uruguayos repetirán el gesto de los estudiantes del Colegio Modelo de Jequié en el Estado de Bahía, nordeste do Brasil, escribiendo cartas destinadas a los refugiados venezolanos que viven en Boa Vista y Pacaraima frontera Brasil-Venezuela.

Los miembros de la misión permanecerán en Uruguay hasta el día doce (12) de septiembre. Más información sobre la misión en: www.MissaoUshuaia.org

Más informaciones en Uruguay, hablar con Diego +59 893 312 669, documentalista Dado Galvão, dadogalvao@hotmail.com parlamentario Humberto Benedetto +54 9 3585 06 1544





www.MissaoUshuia.org agosto de 2018.

Migrantes e refugiados venezuelanos em Salvador - Bahia.


(Vídeo) ações da Missão Ushuaia, Venezuela, com migrantes e refugiados venezuelanos que vivem em Salvador - Bahia, acolhidos pela Paróquia Ascensão do Senhor no Centro Administrativo da Bahia/CAB. 

CAMPANHA CONEXÕES PARA O BEM

A grave crise humanitária e econômica na Venezuela está provocando o fluxo de cidadãos para o Brasil. A região mais afetada é o estado de Roraima, estima-se segundo dados da Policia Federal uns 40mil venezuelanos em Boa Vista. Existem em Boa Vista atualmente 10 refúgios que atendem aproximadamente 500 pessoas cada um, administrados pelo governo Federal e Estadual, e ACNUR. Alem disso, algumas ONG’s e instituições religiosas dão acolhimento e refeições para os migrantes em situação de rua. 

Visando contribuir no alivio às carências dessas famílias, iniciou-se a CAMPANHA CONEXÕES PARA O BEM com o apoio de diferentes universidades da cidade de Salvador e outras instituições. A partir das necessidades existentes no local está se priorizando ALIMENTOS NÃO PERECÍVEIS. Essa campanha estará ocorrendo durante (o mês de agosto)

Lista de necessidades: 1. Alimentos não perecíveis. 2. Itens de Higiene pessoal. 3. Roupa. 

Pontos de Coleta de doações confirmados: na Universidade Federal da Bahia-UFBA teremos dois postos de coleta no Campus de Ondina, Direção do Instituto de Matemática e Estatística, Pavilhão de Aulas Reitor Felipe Serpa (PAF 1). 

Igreja Ascensão do Senhor-CAB. Biblioteca da UNIFACS- CPB. CTN, Rio Vermelho e prédio da Pós-Graduação. UCSAL: Capela Campus Pituaçu e Capela Campus Federação. Cáritas Brasileira Regional Nordeste 3. Rua Emilia Couto, 270. Brotas.

Coordenadora Responsável (UFBA)Prof. Cristina Lizana, Instituto de Matemática-UFBA  clizana@ufba.br Telefones: 21-99674- 4946 (whatsapp), 71-99729-4131 

Fonte: IME/UFBA, agosto de 2018.

Missão Ushuaia, realizou atividades com migrantes e refugiados venezuelanos que vivem em Salvador - Bahia.

 Migrantes e refugiados venezuelanos que moram em Salvador/BA, seguram a bandeira abaixo-assinado do Mercosul, e cartas enviadas pelos estudantes do Colégio Modelo de Jequié.

Sábado (28/7), o documentarista Dado Galvão, esteve na Paróquia Ascensão do Senhor, em Salvador/BA, onde entregou aos migrantes e refugiados venezuelanos que vivem na capital baiana, sessenta (60) cartas escritas pelos estudantes do Colégio Luis Eduardo Magalhães de Jequié, como parte das ações da Missão Ushuaia, Venezuela.

Ainda como parta das ações da missão cultural e humanitária, os migrantes e refugiados venezuelanos, deixaram mensagens na bandeira abaixo-assinado do Mercosul e escreveram cartas destinadas aos parlamentares do Parlasul (Parlamento do Mercosul), que serão entregues dia (10) dez de setembro na sede do Parlasul, em Montevidéu, Uruguai, onde os membros da Missão Ushuaia, serão recebidos pela Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Desportes e realizarão na sede do parlamento uma exposição fotográfica com atividades da missão.

Os venezuelanos gravaram um vídeo de agradecimento para os estudantes do Colégio Modelo de Jequié.





www.MissaoUshuaia.org 30 de julho/2018

Missão Ushuaia, Venezuela: atividades em Salvador - Bahia.

Migrantes e refugiados venezuelanos acolhidos pelo Pe. Manoel Oliveira na Paróquia Ascensão do Senhor no CAB em Salvador (BA). Primeira Feira Venezuelana de Negócios, Produtos e Serviços. Foto: Rede Sociais Paróquia Ascensão do Senhor/Missão Ushuaia.

Sábado 28 de julho, (11 horas da manhã) na Paróquia Ascensão do Senhor, localizada na Terceira Avenida do CAB, 360 em Salvador (BA), acontecerá mais uma ação da Missão Ushuaia, Venezuela, idealizada pelo documentarista baiano Dado Galvão em parceria com o fotógrafo paraibano Arlen Cezar e o jornalista venezuelano Carlos Javier, autor do livro “Testemunhos da Repressão”.

O projeto consiste em promover interações por meio de cartas e outras intervenções, entre os imigrantes e refugiados venezuelanos com os brasileiros e com parlamentares do Brasil e da América do Sul. Todo o processo, que é compreendido como uma missão humanitária por seus realizadores, tem ainda o caráter cultural, já que tudo está sendo documentado em vídeos e fotografias que vão ser a base para a produção do documentário de mesmo nome, Missão Ushuaia, Venezuela.

O padre Manoel de Oliveira, pároco da Paróquia Ascensão do Senhor, iniciou em Salvador, atividades de apoio e ajuda aos migrantes e refugiados venezuelanos, acolhidos por diversas ações da paróquia, como a realização da Primeira Feira Venezuelana de Negócios, Produtos e Serviços.

No sábado (28), Dado Galvão que mora em Jequié no interior baiano, levará ao encontro dos venezuelanos acolhidos pela paróquia, a bandeira baixo-assinado do Mercosul, que estava na Venezuela, desde 2015, cartas escritas por estudantes do Colégio Público Modelo Luis Eduardo Magalhães.

A vice-diretora do Colégio Modelo, professora Ângela Eça, busca apoio na tentativa de conseguir um micro-ônibus para que alguns estudantes participem da entrega das cartas aos venezuelanos em Salvador.   

Estudantes do Colégio Público Modelo de Jequié, produziram cartas que serão entregues pela Missão Ushuaia aos refugiados e migrantes venezuelanos que moram em Salvador. Foto: Profª Claudineia Nascimento/Missão Ushuaia.

Ainda como parta das ações da missão cultural e humanitária, os migrantes e refugiados venezuelanos que estão na capital baiana, escreverão cartas destinadas aos parlamentares do Parlasul (Parlamento do Mercosul), que serão entregues dia (10) dez de setembro na sede do Parlasul, em Montevidéu, Uruguai, onde os membros da Missão Ushuaia, serão recebidos pela Comissão de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Desportes e realizarão na sede do parlamento uma exposição fotográfica com atividades da missão.

Saiba mais sobre a missão em: www.MissaoUshuaia.org



24 de julho/2018.

Missão Ushuaia, Venezuela: imagem e palavra aproximam venezuelanos e brasileiros.


Esta não é a primeira abordagem sobre questões sociais que o documentarista Dado Galvão realiza, além de já ter realizado trabalhos junto à Pastoral Carcerária e Pastoral da Criança, Galvão realizou também uma performance fotográfica inspirada na fuga da Sagrada Família de Belém para o Egito. “Infelizmente a performance Lavanta, pedala e foge ainda está bem atual, eu usei bonecos para representar crianças que são submetidas à situação de migração e fiz também uma associação desta realidade com bicicletas e ciclistas porque os migrantes e refugiados estão sempre em trânsito, a bicicleta também é símbolo da liberdade e do direito de ir e vir que temos, mudando de país se for preciso, em busca de uma vida melhor”, destacou o documentarista. (Leia mais aqui!)